Os pensos são, normalmente, fabricados com raiom (seda artificial derivada da celulose) e algodão não biológico que é branqueado com cloro.
A produção de raiom causa poluição e a produção convencional de algodão usa, ainda, fertilizantes, herbicidas, pesticidas e outros poluentes. A maioria dos pensos contém também ingredientes derivados de petróleo ou fragâncias artificiais, o que causa frequentemente irritação da pele.
Alternativas ecológicas e saudáveis
Por tudo isto, nos últimos anos, têm surgido no mercado alternativas ecológicas e saudáveis aos tradicionais pensos higiénicos. Uma das alternativas são os pensos higiénicos e tampões ecológicos.
Estes produtos não usam perfumes, nem petroquímicos, parabenos, cloro, fibras artificiais ou agentes branqueadores. Utilizam ingredientes amigos do ambiente, tais como, algodão biológico sem organismos geneticamente modificados e pura celulose. São biodegradáveis, não demorando dezenas de anos a decomporem-se como os pensos tradicionais. E evitam alergias, irritação de pele, prurido ou vermelhidão, pois são bastante confortáveis e tão absorventes como os tradicionais.
Outra solução são os pensos de tecido, de algodão ou flanela. Estes têm a vantagem de serem reutilizáveis e mais económicos, durando vários anos, embora possam não ser tão práticos. Quem tem algum jeito para a costura pode fazer os seus próprios pensos. Mas também já se encontram à venda em diferentes tamanhos e formatos. Estes pensos têm alas que se seguram com um botão ou uma mola, tornando-se, assim, confortáveis. Podem lavar-se à mão ou na máquina a baixas temperaturas.
Igualmente, os géis ou toalhitas para higiene íntima devem preferir-se sem substâncias químicas agressivas. O ideal é escolher produtos sem conservantes ou corantes químicos, parabenos, LSS, SLES nem sabão. Para evitar a irritação da pele deve se usar produtos com fórmulas hipoalergénicas e ingredientes biológicos.
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