Registos produzidos por instrumentos colocados sobre o ventre de uma mulher grávida demonstram que, no segundo mês após a concepção, o feto já se movimenta.
A mãe so sente movimentos depois dos quatro meses de gravidez, quando o feto já toca nas paredes do útero. Mães que já tiveram filhos detetam movimentos uma ou duas semanas antes daquelas que vão ter o primeiro filho.
Entre a 8ª semana e o final da 12ª, a criança triplica de tamanho. O ritmo de crescimento diminui à medida que a gravidez progride; assim, são necessárias mais oito a nove semanas para que o seu tamanho volte a triplicar.
Na 20ª semana o feto mede cerca de 25 cm de comprimento, ou seja metade do que medirá à nascença. Com este tamanho, os seus movimentos já não o fazem deslocar-se com leveza dentro do saco amniótico, mas bater contra as paredes do útero. A mãe sente ligeiros estremecimentos e, com o passar das semanas, pancadas cada vez mais fortes no abdómen.
Quando o parto se aproxima, os “pontapés” do bebé chegam a fazer entornar um copo sobre a barriga da mãe. Nos últimos meses de gravidez, a mulher pode interrogar-se sobre um tipo de movimentos particularmente estranhos, sentidos como ligeiras sacudidelas repetidas 15 a 30 vezes por minuto e chegando a durar meia hora: pensa-se que será o bebé com soluços.
A consciência dos movimentos parece ser mútua. No final da gravidez, a criança responde aos movimentos da mãe. Por exemplo, se esta a empurra ou muda rapidamente de posição, a criança mexe-se.
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