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Afonso Reis Cabral apresenta “O Último Avô”: um retrato íntimo de gerações e heranças

Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, recebe a apresentação do novo romance de Afonso Reis Cabral, intitulado “O Último Avô”, uma das obras mais aguardadas da literatura portuguesa contemporânea. A sessão contará com uma conversa moderada por Sérgio Almeida, prometendo um diálogo profundo sobre escrita, memória e o legado familiar que atravessa o livro.

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Uma história sobre a herança e o peso do amor

Em O Último Avô, Afonso Reis Cabral conduz-nos pela intimidade de três gerações de uma família atravessada por perdas, paixões e silêncios. No centro da narrativa, está a relação complexa entre um escritor tirânico e o seu único neto, um vínculo que questiona a fronteira entre a criação literária e a vida real, entre a herança simbólica e o amor imperfeito.

Com a sua prosa elegante e precisa, o autor explora temas universais — a memória, a culpa, a família e o peso do tempo — num romance que é simultaneamente íntimo e universal.

Um autor que dá voz à literatura portuguesa contemporânea

Depois de O Meu Irmão (Prémio LeYa) e Pão de Açúcar (Prémio Literário José Saramago), Afonso Reis Cabral regressa com uma obra que confirma o seu lugar entre as vozes mais consistentes e marcantes da nova literatura portuguesa.

A sua escrita, que combina rigor narrativo e sensibilidade poética, tem sido amplamente reconhecida pela crítica, pela profundidade com que aborda as relações humanas e pela forma como transforma o quotidiano em literatura de fôlego.

Uma conversa para leitores e curiosos

A apresentação de O Último Avô é mais do que o lançamento de um livro: é uma oportunidade de ouvir o autor falar sobre o processo criativo, as influências e as motivações por detrás da história. Com Sérgio Almeida a moderar a conversa, o encontro promete um ambiente de partilha e descoberta, ideal para quem aprecia literatura que toca o íntimo e questiona o real.

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Entre as memórias e as feridas familiares, O Último Avô convida cada leitor a refletir sobre o que herdamos — não apenas em sangue ou palavras, mas em silêncios e gestos.

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