O matcha já conquistou meio mundo, mas pode estar prestes a perder o trono. A nova estrela do chá verde japonês chama-se hojicha e traz uma proposta diferente: menos cafeína, um sabor mais suave e… não sabe a relva.
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Tal como o matcha, o hojicha tem origem nas folhas de chá verde, mas passa por um processo distinto. Em vez de apenas vaporizadas e secas, as folhas são torradas a altas temperaturas, o que transforma não só a cor (castanha em vez de verde) como também o sabor — mais próximo de frutos secos, com notas de caramelo e um ligeiro toque adocicado.
Este perfil torna-o ideal para quem procura uma alternativa ao matcha. É mais leve e digestivo, pode ser consumido ao final do dia sem grandes riscos de insónias e até é adequado para crianças e idosos, graças ao teor reduzido de cafeína.
Além de poder ser apreciado em infusão, o hojicha tem ganho popularidade como base para lattes e sobremesasjaponesas, onde o seu sabor torrado faz um contraste interessante com texturas cremosas e doces.
Já está disponível em Portugal: no Celeiro, 20 saquetas custam 6,45 €, enquanto a Goyo-ya, com espaços no Saldanha, no Parque das Nações e no Estoril, vende um latte de chá hojicha (70 g) por 6,95 €.
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Tudo indica que este “primo” discreto do matcha veio para ficar — e com uma vantagem extra: é mais fácil de conquistar paladares de quem nunca se apaixonou pelo sabor intenso do seu antecessor.
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