Quando você começar a perceber que as pessoas NÃO estão a escutar e a julgar cada palavra e ação sua, automaticamente se sentirá menos nervoso socialmente.
Mas isso ainda deixa por resolver a maneira como você se julga a si mesmo. Muitas vezes, somos os nossos piores críticos. Somos ainda mais duros connosco do que alguma vez seríamos para estranhos — e muito menos para as pessoas que amamos.
Mudar a sua autoimagem para melhor não é algo que possa fazer da noite para o dia. Aprender a aceitar-se como é exige mudar o seu pensamento.
Você não tem que ser perfeito para gostarem de si. Na verdade, as nossas imperfeições e peculiaridades podem ser cativantes. Mesmo as nossas fraquezas podem nos aproximar dos outros. Quando alguém é honesto e aberto sobre as suas vulnerabilidades, cria uma verdadeira ligação com outra pessoa — especialmente quando são capazes de se rirem de si mesmos. Se você conseguir aceitar alegremente as suas imperfeições, descobrirá provavelmente que gostam de si também por causa delas.
Não há problema em cometer erros. Toda a gente comete erros. É parte de ser humano. Então, não seja demasiado duro consigo mesmo quando cometer algum erro. Isso não significa que você é inútil. O seu valor não vem de ser perfeito. Se achar que ter compaixão por si mesmo é difícil, tente olhar para os seus próprios erros como faria com os de um amigo. O que diria para o seu amigo? Agora siga o seu próprio conselho.
Quando tiver consciência de que está a ter pensamentos distorcidos, é importante fazer uma pausa e conscientemente desafiá-los. Finja que você é um observador imparcial de terceiros, e depois pergunte a si mesmo se há outras maneiras de ver a situação.
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