Os métodos de barragem consistem exatamente naquilo que o nome sugere. Barreiras físicas que mantêm o esperma totalmente fora do corpo da mulher ou o impedem de penetrar numa zona profunda do seu sistema reprodutor.
A eficácia dos melhores destes métodos depende em larga escala da sua utilização conscienciosa pelo casal. São pouco dispendiosos, simples e têm a grande vantagem de quase não causarem efeitos colaterais sérios. O mais difundido é o preservativo. A bainha de borracha, plástico ou membrana animal que cobre o pénis durante a relação sexual e recebe o sémen no ato da ejaculação.
O diafragma, cúpula de borracha fina que se ajusta ao colo do útero para bloquear a entrada do esperma, tem de ser receitado por um médico. Apenas eficaz quando usado simultaneamente com um espermicida. Tem de ser inserido seis horas antes da relação sexual e retirado não mais de seis ou oito horas depois.
Os agentes espermicidas são cremes, geleias, espumas e cones utilizados com o preservativo ou o diafragma, ou, menos eficazmente, sem estes. Introduzidos na vagina antes de cada ato sexual, estes agentes destinam-se a formar uma barreira de proteção em frente do colo e a destruir quimicamente os espermatozóides. Diz-se por vezes que as espumas e os cones protegem ligeiramente melhor que as geleias e os cremes.
O mais recente método de barragem é a esponja vaginal descartável. Como o preservativo e os espermicidas, pode adquirir sem receita. Além de servir de tampão ao colo, contém também agentes espermicidas.
O DIU é seguro?
Dispositivos intra-uterinos são pequenas peças de plástico ou metal, em geral em forma de gancho, espiral ou T. Estão colocados no corpo de 15 a 20 milhões de mulheres de todo o mundo. Uma razão para a popularidade do método é a sua eficácia. Cerca de 3% das mulheres que o usam ficam grávidas. Na maioria dos casos, o DIU provoca a expulsão do ovo do útero.
Uma das vantagens do DIU é a sua semipermanência. Uma vez inserido por um médico, pode manter-se colocado pelo menos durante um ano.
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